Área residencial de Kyoto

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Mensagem por Kira Drakensan em Ter Maio 19, 2015 4:40 am

- WOOOHOOO! Pelo menos meu amigo Iosef vai reviver seu amor!
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Mensagem por Iosef Ulianov em Ter Maio 19, 2015 4:51 am

Após um tempo voando, chegaram ao teto da academia. Como ainda era de madrugada ninguém sequer prcebeu a chegada do helicóptero. A escola estava deserta, nem mesmo os seguranças estavam andando por aí naquela noite. Iosef e Kira levam Elena até o porão calmamente, lá Iosef pega a garrafa de vinho e diz:

–Ok, agora é com você, faça sua mágica, garoto!
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Mensagem por Kira Drakensan em Ter Maio 19, 2015 5:09 am

Kira colocava metade do vinho no buraco onde o fragmento de parede teria atravessado, colocaria o vinho no chão e colocava suas mãos sobre o ferimento, regenerando pouco a pouco. Quando terminou, Elena teve seu coração batendo novamente, órgãos funcionando, tinha pulso... Ela havia voltado a vida, e estava abrindo com dificuldade os olhos.

- E-Eu consegui? EU CONSEGUI!? EU CONSEGUI!!!
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Mensagem por Kira Drakensan em Ter Maio 19, 2015 4:25 pm

off: cara, continua no prédio entrada, pq eu to fazendo pedido, Razz
Pedido: Matar ervas daninhas do quintal de uma senhora simpática. Ela tem dor nas costas e não pode fazer muitos movimentos físicos, além de matar ervas daninhas deve fazer algumas plantações para que dê frutos para a feira que se aproxima. Você também deve preparar o solo para as plantações.
Linhas: 30
Recompensa: 400 ¥


Era um belo dia em Kuoh City, clima ameno, as árvores com folhas verdes como nunca... Mas não seria isso que tiraria o mal humor de Kira. Como ele havia revivido Elena, a mulher do seu amigo vampiro Iosef Ulianov, ele estava repensando em seu próprio amor. Ele notara que não havia alguma mulher na qual ele podia amar, nenhuma fazia seu tipo, e como era humano, ele não saberia como usar profissionalmente sua sacred gear, assim sabendo que teria que agir. Sua casa, uma pequenininha, ele não sabia o nome, então ele pensava "Qual era o nome dela mesmo? KitFat, KitKet... Lembrei! É KitNet.", sua força realmente não condizia com sua inteligência. Ele recebera uma carta, como era de costume, por causa do aluguel de sua KitNet e de sua academia, mas ele nem saberia que era seu primeiro pedido. Agachando na porta, pegando a carta e a abrindo, ele fica muito surpreso. Era um pedido "vegetarizado", na maior forma de trocadilho possível, e provavelmente lhe custaria o dia todo. Ele sairia de casa, pegaria sua bicicleta, e iria até a casa de uma senhora muito simpática. Chegando lá, ele colocaria sua bicicleta escorada na cerca dela, chegaria perto da porta e batia 3 vezes. A senhora atenderia.

- Oh, você é aquele lutador! Entre, entre!

- Estou famoso, não é? Hehe... Vou ali no seu quintal matar as ervas.

Ele havia consigo um herbicida, então logo ele mexia bem e passava sobre as ervas, as matando. Logo, ele tirava uma por uma. Terminando, ele sorriria para a velhinha e pegaria algumas sementes de frutos. Ele havia aprendido algumas técnicas de agropecuária com seu pai, e ele estaria preparando o solo para plantações. Terminando de preparar o solo ele só daria o trabalho de por as sementes, coisa que ele fez em 10 minutos e completaria seu pedido. Sorrindo para a velhinha, ele se vira e sai da casa, pegando sua bicicleta e voltando para sua casinha, ou melhor, KitNet.
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Mensagem por Terrier Makoto S. em Qua Maio 20, 2015 11:38 am

Pedido: Matar ervas daninhas do quintal de uma senhora simpática. Ela tem dor nas costas e não pode fazer muitos movimentos físicos, além de matar ervas daninhas deve fazer algumas plantações para que dê frutos para a feira que se aproxima. Você também deve preparar o solo para as plantações.
Local: Residências de Kyoto
N• de linhas: 30
recompensa:  400,00¥

Hora de atender ao segundo pedido que me foi feito, ok, eu admito, estava meio preguiçoso e não o fiz na mesma noite do anterior, mas ainda assim preferi fazê-lo a noite para chamar menos atenção e porque era mais legal, fazia parecer que eu era um espião disfarçado ou algo do gênero. A cliente desta vez era apenas uma senhora, seu rosto passava uma sensação de conforto, sua casa um pouco mais afastada das outras devido a suas plantações, alguns de seus vizinhos também possuíam plantações, lembro bem que quando cheguei a sua casa e bati a porta ela veio alegre me receber, suas costas um pouco tortas, talvez ela tenha algum problema de coluna, pensei. No interior de sua casa, sentamos em uma pequena mesa redonda onde ele disse que lhe era mais confortável.

- Gostaria de um chá meu jovem?

- Não obrigado, não quero atrapalhar, além disso a senhora parece meio cansada, melhor não se agitar muito.

- Que gentil da sua parte, bem, então creio que eu possa ir direto ao ponto?

- Claro. Diga-me do que precisa e eu o farei, em troca apenas precisará fazer um contrato comigo.

- Sim, sim, eu sei bem como as coisas funcionam... A tarefa é muito simples, como pode bem ver estou com muita dor nas costas e preciso que alguém cuide de meu jardim, para ser mais específicas, ervas daninhas tomaram conta dele. Gostaria que desse um jeito nelas e depois plantasse algo, pois preciso de frutos para levar a feira, minha principal fonte de renda.

- Nunca trabalhei com esse tipo de coisa antes, mas não pode ser complicado. Vou resolver isso agora mesmo, quando terminar retorno para fazermos o contrato.

- Vou estar esperando, caso eu não esteja aqui, estarei em meu quarto repousando.

Acenei com a cabeça. Não era um trabalho dos mais complicados, mas fugia um pouco do comum, após deixar a casa, parei para observar o tal jardim que ela mencionou, era uma grande mistura de plantas, mas qual delas eram as ervas daninhas? Não recebi da senhora nenhum informação específica ou mesmo tinha conhecimento sobre plantações, ah bem, não que isso fosse ser um problema já que teria de plantar novos frutos, porque não começar do zero?

- Vou aproveitar para brincar um pouco Very Happy ! - estendi minha mão direita para frente e na mesma materializou-se uma bela espada na cor azul claro - Eu sempre quis fazer uma guerra de neve, agora eu tenho essa chance, embora meus adversários não vão contra atacar... hehe... Haaaaaaaaaaaa! Tomem isso suas ervas daninhas! Snow Shards Fight!

Ao performar um corte da direita para a esquerda com a espada, cinco pequenas lâminas de neve foram disparadas em direção a plantação, causando alguns estragos, tanto nas ervas quanto nas demais plantas, eu continuei por mais um momento ou dois a fazer aquilo, até que percebi que não estava indo a lugar nenhum, as ervas continuavam fixas no solo, apenas agora estava meio destruídas, mas ainda vivas.

- Aaaaaah... eu tinha certeza que isso ia resolver o problema. Sniff! Bom, vamos ao plano B! Hiiiyaaaaa!

O "plano B", ou melhor, balançar a espada na tentativa de cortar todas e resolver o problema, outra falha, as ervas eram baixas demais para serem cortadas pela minha espada, ou seja, ainda não tinha resolvido o problema, apenas desperdiçado tempo e energia... Ora, não tinha mais opções a não ser o trabalho braçal, ele também poderia ser divertido, arrancar uma por uma, como se estivesse colhendo cenouras... cenouras... isso me lembra que eu não provei o coelho que fiz para o casal no último pedido que atendi, se não tivesse me dado tanto trabalho, eu até faria um pouco pra mim, mas não valeria a pena. Era divertido arrancar as plantas, algumas até tinham formas que eu conheci, pareciam morangos ou mesmo batatas, nada que fosse importante, eu tinha de arrancar todas mesmo. Isso levou algum tempo para ser feito, mas eu consegui sem problema nenhum. Agora, o segundo passo, arar a terra... mas como? Olhei ao meu redor a procura de algo como uma enxada para utilizar, ao menos era o que eu pensava que deveria fazer, mas não tinha nada, como a senhora queria que eu o fizesse sem ferramentas? Foi quando notei próximo a casa da mesma uma grande placa "Aradeira automática", claro, como eu não percebi isso antes. Andei a máquina só para perceber que seu sistema parecia um pouco complicado de se operar, por conveniência, o manual estava junto dela.

- Deixe-me ver... hmmm, certo, eu aperto aqui, depois ali e naquele outro botão e depois ela explode? É isso? Vamos tentar!

Depois de apertar alguns botões, criando uma espécie de mapa no painel da máquina, a mesma começou a se mover sozinha, yay, menos trabalho pra mim, resolvi aproveitar o momento para entrar na casa e tomar um copo d'água, a senhora não estava mais na mesa, devia ter ido para o seu quarto, certo, já sabia onde encontra ela depois. Retornei ao exterior apenas para ver Aradeira deixar o quintal depois de ter feito o seu trabalho, encarei-a com uma cara de dúvida, não demorou muito e bem, como eu tinha dito, ela explodiu... Talvez eu tenha apertado algo botão errado ou será que ela ficou entupida com alguma coisa, tipo as lâminas neves que estavam espalhadas por aí?...

- Terceiro passo, fazer uma nova plantação... esqueci de perguntar onde arranjar sementes, talvez os vizinhos tenham alguma coisa de útil.

Sai para dar uma volta e observar as casas vizinhas, algumas delas tinham plantas curiosas, eu já sabia como retirá-las do solo e plantar é fácil, basta enterrar no solo a planta e pronto, então, porque não? Conforme passava pelas casas vizinhas as quais possuíam plantações ia colhendo alguns de seus frutos e levava a casa da senhora para plantar lá, foi uma grande variedade que encontrei e usei o possível do espaço para plantar tudo, acho que os vizinhos não ficar bravos né? Eu ajudei eles a colher os frutos das suas plantações.

- Ok, agora é só ir falar com a senhora e... - um vulto passou rapidamente e adentrou a casa da senhora, seria um ladrão? - Uma treta! Me segura que eu vou participar!

Segui o vulto até o quarto da senhora, andando de forma silenciosa encostei meu ouvido sobre a porta e tudo o que eu conseguia ouvir eram coisa do tipo "Isso, bem aí. Não para vai! Continua! Aaaa! Isso!", achei meio estranho, mas tudo bem, não era algo que me interessava, eu terminei o serviço e era chegada a hora de fazer o contrato, sem bater eu apenas abri a porta e o que vi, bem, digamos que foi inesperado. No chão havia um jaleco branco, talvez de um médico, o quarto estava escuro as luzes apagadas, a iluminação era somente a que vinha da porta que eu acabara de abrir, na cama estava a senhora deitada de costas e por cima dele havia um homem, ambos estavam enrolados em lençóis, acho que eles estavam fazendo "coisas de adultos", ignorei esse fato e continuei, apesar da cara de espanto dos dois.

- Problema resolvido, é só a senhora assinar esse papel e pronto.

Andei até ambos com um papel e uma caneta, a senhora assinou rapidamente e eu logo comecei a sair do quarto, mas antes de fechar a porta eu disse:

- Se comportem tá? Ela já não tem condições de criar mais filhos.

Dito isso, não restava mais nada a fazer, então eu apenas deixei a casa da senhora e voltei para a minha casa, mais um pedido realizado com sucesso para o clã Sitri.
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Mensagem por Vlad Senri em Qua Maio 20, 2015 11:47 am


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Mensagem por Kira Drakensan em Qui Maio 21, 2015 4:59 pm

Pedido: Encontrar um gato perdido e entregar a
Liza, sua dona, que é uma criança ainda e sente
muita falta dele.
Local: Residências de Kyoto
N• de linhas: 30
recompensa: 400,00¥
----------------------------------------------------------
Kira estava treinando em sua própria academia, a Japan Kombat, quando alguém bateu na porta. Era estranho alguém bater na porta. Ele, suado e cansado, prestes a sair da academia, abre a porta.

- Garoto, mandaram essa carta para você.
- Obrigado, Sr. Garret! Deixa eu ver...

Kira pega a carta, e quando a abre, ele não se surpreende que era mais um pedido, e era para resgatar um gato de uma criancinha. Nem precisou ler a carta toda, ele já sabia que era nas residências de Kyoto, então ele pega sua moto e vai até a casa da garota. Chegando lá, ele se aproxima da porta e bate, fazendo o som clássico de "toc toc toc". Uma menina abre a porta, ela não teria mais que 11 anos, certamente.

- Você é aquele lutador da TV? Que legal! Eu perdi meu gatinho pela vizinhança, e quero ele de volta!
- Sim, sou. Irei buscá-lo. Volto em até meia hora.

Kira sabia que seria trabalho fácil. Ele andava em passos lentos, procurando o gatinho, e após alguns quarteirões, ele incrivelmente NÃO achava. Latas de lixo, esquinas, telhados... Nada. Ele tinha medo, pois não queria decepcionar a menina, tão pouco faze-la chorar.fazia quase meia hora que ele saira da casa da menina, então, decepcionado, ele volta para a casa dela. Quando ele bate na porta de novo, para sua grande surpresa, a mesma garotinha abre a porta, desta vez com seu gatinho no colo.

- Obrigado por fazer meu gatinho voltar pra casa! Tome sua recompensa!
- Mas... Eu... Eu não... Quer saber? Deixa pra lá...

Então Kira pega sua recompensa, dá um sorriso para a garotinha gentil, ele sobe em sua moto, coloca o capacete e dirige de volta para casa.
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Mensagem por Sasha em Sab Maio 23, 2015 5:35 pm

Pedido: Uma garota que mora nas residências de Kyoto, muito bonita, quer se divertir e te contratou para sair com ela. Provavelmente ela vai se apaixonar, mas a escolha de namorá-la é sua.
Dificuldade: Fácil
Local: Residências de Kyoto
Linhas: 17
Recompensa: 600,00 ¥


É um dia ensolarado com poucas nuvens, ventos calmos balançavam as folhagens das árvores e os cabelos das crianças que brincavam em um parque que Sasha passava em frente pensando que iria aproveitar o dia fazendo o que mais sabe, ou seja, nada, até que então ouve seu telefone bipar. Ele o pega e vê que se recebeu uma mensagem de seus superiores onde dizia que era tinha um pedido a realizar, este pedido consiste em levar uma jovem adolescente a passear, sair com ela. “Meu Deus” pensou ele enquanto suspirava um ar de desânimo e preguiça, mas sabia que devia cumprir este pedido, porém também estava preocupado com a observação da mensagem que falava que a moça pode apaixonar pelo o jovem híbrido e escolher namora-la ou não.

Vou para casa calmamente observando as coisas em volta, vendo as crianças brincar, os passarinhos cantarem, os cães latirem a trás de gatos. Adentro em sua residência, foi ao quarto para escolher a roupa que iria usar, escolheu uma calça jeans azul, tênis Adidas branco, uma camiseta vermelha e uma jaqueta negra, logo, despiu-se e foi para uma ducha onde cantava Time Like These da banda Foo Fighters.

Saiu de seu box, secou-se com uma toalha roxa, vestiu-se rapidamente, penteou-se com sua escova, aplicou desodorante e perfume em seu corpo e partiu para o encontro com a jovem, mas fechou a casa antes de sair, porém teve que voltar para pegar a carteira onde possuía 2000 Yens.

Andava sem pressa, com um fone de ouvido ouvia músicas presentes em telefone que foram baixadas (músicas piratas), essas músicas são respectivamente: You Shook All Night Long – AC/DC; Learn to Fly – Foo Fighters; Take me Out – Franz Ferdinand; Before I Forget – Slipknot; Sweet Home Alabama – Lynyrd Skynyrd. Quando acabou de tocar a quinta música, Sasha deparou-se com a rua onde a pedinte mora, pegou seu telefone onde ligou para um taxista para leva-los onde o mesmo tinha pensado que seria divertido.

Aproximou-se da casa, engoliu um seco, respirou profundamente e bateu na porta, a moça atendeu, Sasha então falou.

- Estou aqui para realizar seu pedido.
- Ah, oi, me chamo Nami, prazer em conhecê-lo.

- Eu sou Sasha e o prazer é todo meu – Respondeu beijando direita dela enquanto se abaixava, tal ato deixo ela corada.
- Que lindo cavaleiro , por favor entre, eu não terminei de me arrumar.
- Com licença
– Falou adentrando o recinto – Só acho que uma jovem como você não precisa se arrumar para ficar linda, coisa que você já é.
- Por favor pare com esses elogios – disse corada – Vai levar alguns minutos, prometo não demorar, enquanto isso sente-se no sofá, fique a vontade sorriu.
- Tudo bem – Sasha sentou-se – Demore quanto quiser, não tenho pressa nenhuma.

O híbrido começa a reparar nas coisas a casa, possuía muitos objetos caros e antigos, outros raros, logo, Sasha limitou-se a ficar sentado no sofá tremendo de nervosismo. Não tardou 30 minutos para o taxi a frente da casa e o meio Anjo disse pra esperar um pouco na porta onde ouviu.

- Sasha.

O mesmo virou pra trás, viu Nami no secundo andar a frente das escadas com os longos cabelos castanhos soltos, vestindo de renda vermelho. O garoto ficou pasmo enquanto ela descia indo em sua direção, não tinha reação, nunca vira mulher tão linda em sua vida, já que tivera poucas experiências amorosas.

- V-v-você e-e...stá linda, muito linda.
- Brigado –
falou Nami corada
- Me acompanha para uma noite divertia? Perguntou estendendo a mão e recobrando a compostura.
- Aceito.

Acompanho a moça até o taxi, abriu a porta para ela e entrou logo em seguida e partiram para o local onde Sasha havia previamente dito pra o taxista levar.

Já era fim de tarde, as luzes da cidade começavam acender aos poucos, o céu estava com uma coloração azul escurecido e com tons de alaranjados. Não tardou muito para chegarem ao local combinado, Nami estava com os olhos fechados, Sasha saiu primeiro e ajudou a moça a saiu depois fechou a porta e pagou o taxista.

- Pode abrir.

Abriu lentamente os olhos e quando viu era um parque de diversões, ela ficou pasma, surpreendida, fascinada pelas as luzes coloridas do parque, os brinquedos e os jogos.

- Eu sempre tive vontade de vir em um parque, como sabia? Perguntou ela.
- Acho que foi um tiro no escuro – Respondeu coçando a parte da cabeça – Vem, vamos entrando – estendeu a mão.
- Sim agarrou a mão dele.

Sasha pagou os ingressos do parque e entraram de mãos dadas.

- Vamos aonde primeiro? Ele perguntou.
- Que tal na Montanha Russa?
- Se é o que deseja.
Comentou o híbrido.

Foram os primeiros a chegar à montanha russa onde formou-se uma longa fila atrás deles. Sentaram-se na frente, um ao lado do outro ainda de mãos dadas. Logo começou a se mover, passando por descidas, subidas, loopings, Sasha era o que mais gritava. Quando terminou ele pulou fora do brinquedo, segurando o peito no local onde ficava o coração, ofegante, ela foi o ajudar onde seus olhares se encontraram. Dizia que estava bem, então, sugeriu que fossem ao brinquedo de dar tiro, ela aceitou.

Estavam determinados a conseguir algo neste brinquedo, as balas de Nami haviam acabado e a mesma não conseguiu derrubar nenhuma latinha, Sasha viu-se obrigado a ganhar algo para dar para ela, com cada tiro acertou uma latinha, escolheu o presente e foi entregar para a pedinte que estava distraída com algo.

Chegou pelas costas onde cutucou, ela virou e ele entregou o presente, um urso de pelúcia que segurava um coração que estava escrito I love You. Esse ato a deixou corada e agradeceu o presente.

A noite continuou, foram nos carrinhos bate-bate, nos jogos das argolas, no trem fantasma onde Nami ficou agarrada o passeio todo segurando o braço de Sasha, também comeram algodão doce, beberam refrigerantes.

Esta bela e perfeita noite finalizava-se na Roda Gigante, o brinquedo mais romântico feito pelo o homem. Ficaram de mão dadas todo o tempo e nessa atração não foi diferente. Eles foram parados no topo, Sasha olhava para a Lua que estava a direita, era uma realmente uma noite bonita, logo, olhou para a esquerda e viu que Nami o observava, então, ela o beijou-o com os olhos fechados, o mesmo ficou pasmo, sem reação, só fechou os olhos e curtiu o momento.

Saindo da atração, beijam-se novamente, ela fala.

- Obrigado por esse dia perfeito.
- Não precisa agradecer.
- Quer ser meu namorado?

- Eu ...- parou um pouco para pensar, relembrando dos momentos que passaram juntos – Sim, eu quero ser namorado.

Voltaram a beijar e voltaram para a casa da moça, e o resto é proibido porque é +18.

OFF:

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Palavras: Cerca de 1.100

Falas de Sasha
Falas de Nami


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Mensagem por Kira Drakensan em Sab Maio 23, 2015 6:23 pm

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Mensagem por Byakuran Black em Ter Jun 16, 2015 10:34 pm

Vlad Senri escreveu:Pedidos: Ajude colher algumas ervas na residencia de um senhor
Local: Casa e Areas de Membros de Kyoto
Linhas: 13(adm decide não peça)
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As the darkness dictates
As tu peur?
Kyoto - 15h23
Era uma tarde um tanto quanto gelada para o habitual que a população de Kyoto está acostumada. Ventava um pouco, o que diminuia a temperatura aparente mais e mais. O Sol brilhava de certo ofuscado, o que não atrapalhava muito Byakuran em seu locomover, mesmo assim utilizava uma blusa cinza e vermelha com um capuz para se esconder dos mínimos raios de luz, tímidos como a aurora.
Estava a procurar por um trabalho, e um senhor de idade havia o contratado, não tinha mais forças para se abaixar, mesmo que a jardinagem fosse sua paixão desde que sua filha se mudou para longe e o mesmo se aposentou. É um tanto solitário, não? - pensou o jovem consigo. Precisava ser cortez e desempenhá-lo bem para não ouvir reclamações.
Haviam cerca de alguns meses que ninguém tocava nessas ervas aparentemente, o quintal estava infestado com essas pragas terrenas, que sugava nutrientes e água das flores e vegetais plantados, atraindo também insetos e outras pragas mais. Byakuran só se ajoelhou para colocar-se a retirar aquilo, uma por uma em um movimento contínuo, tomando cuidado para não arrancar nenhum vegetal que as ervas-daninhas circundavam. Ao fim de uma hora e vinte minutos, os girassóis, as begônias, alfaces e tomates estavam livres daquilo.
- Você me lembra minha filha, meu jovem. - riu o senhor com suas rugas no rosto, com um riso falho e fanho, sem muitas forças para puxar o ar para rir. Byakuran não sabia se aceitava como um elogio ou como uma ofensa, sendo comparado com alguém, odiava isto.
- Tudo bem, obrigado. - despediu-se espreguiçando-se, recebendo o dinheiro na mão e acenando, indo cidade adentro.


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Mensagem por Vlad Senri em Qui Jun 18, 2015 11:28 pm

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Mensagem por Byakuran Black em Sex Jun 19, 2015 5:49 pm

Vlad Senri escreveu:Pedido: Babá por um dia, cuide um menino muito encrenqueiro e de dois bebes por um dia.
Local: Casa e Areas de Membros de Kyoto
Linhas: 13
Recompensa: 760,00

As the darkness dictates
As tu peur?
Kyoto - Terça feira - 20h55
A noite já havia se levantado em estandarte, mostrando-se magnífica e monótona. A úmidade do ar estava alta, o que indicava que brevemente iria chover. Byakuran fora contratado pela mãe de um garoto para cuidar de seus filhos enquanto a mesma iria resolver com urgência problemas no trabalho, em outra cidade. Como sempre, chegou com antecedência (cinco minutos), e deixou a mãe esbaforida menos preocupada.
- Ah, obrigada, já ia enlouquecer. Bem, o Lucas tem aula manhã e dorme as dez, ou deveria dormir. É sempre complicado... As gêmeas sempre acordam nesse horário para mamar, deixei leite na geladeira para esquentar. - fora interrompida de seu ritmo frenético, parou de recolher coisas espalhadas pela sala para ir ao trabalho à interrupção.
- Shh, tudo bem. Eu cuido do caso. - sorriu calando-a momentâneamente. Pegou a blusa da mulher e a entregou em mãos.
- Obrigada... Bem, eu vou indo. Tchau, amores. - beijou apenas o maior no rosto, já que não queria acordar as gêmeas a dormir.
Byakuran se virou quando a mulher fechou, o mais velho já se deu ao trabalho de tocar o terror. Devia ter uns treze anos, um e sessenta de altura, mas o que não tinha de tamanho compensava em suas diabruras. Pulando no sofá, agora que o mínimo de ordem que a mãe colocava acabou. Bem, isso não haveria de ficar assim.
- Se você pensa que vai deitar e rolar comigo está enganado - segurou-o pela cabeça com a mão direita, repreendendo-o. - Soube das coisas que você faz com sua mãe, mas adivinhe, isso vai mudar daqui para frente. - aproximou-se de seu pescoço com a cabeça, rasgando o outro lado levemente com sua unha, fazendo sua espinha gelar e arrepiar. - Estamos entendidos? - questionou.
- Estamos sim... senhor. - disse desajeitado. Bem, no fim era só uma questão de disciplina.
Então se colocou a ver TV, a mãe não o deixava ver nesse horário pelo comportamento, mas não sejamos tão rígidos. Enquanto um típico garoto sem muita atenção brincava com os carrinhos, o outro lia um pequeno livro de bolso com letras minúsculas. Eram nove e cinquenta e as gêmeas acordaram.
- Pronto, aqui está. - entregou duas mamadeiras, que as duas trataram se segurar de modo voraz. - Bem, já para a cama. - orientou Byakuran, sem nenhum tipo de protesto. Seria um milagre?
Acabou pôs-se a dormir na calmaria, estava tão calmo naquela noite, agora com a garoa ao fundo, o sono era apenas facilitado. Acordou com as mãos da mulher em seu rosto, estava sentado em uma cadeira na sala, e já eram uma e cinco da manhã.
- Obrigada, aqui está - entregou o dinheiro em mãos.
- Não tem de que... E obrigado, pode me chamar quando quiser. - expreguiçou-se e despediu-se, saindo sorrateiramente pela porta da frente.


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Mensagem por Vlad Senri em Sex Jun 19, 2015 6:09 pm


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Mensagem por Byakuran Black em Sex Jun 19, 2015 7:46 pm

Vlad Senri escreveu:Pedido: Lápis e caneta e ação, um homem quer que você faça uma planta baixa para o shopping que ele vai construir.
Local: Casa e Areas de Membros de Kyoto
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As the darkness dictates
As tu peur?
Kyoto - Quarta-feira - 09h33
Era uma manhã nublada após aquela chuva do dia anterior. O céu exibia o Sol bem tímido, e um jovem vampiro caminhava tranquilo sob as ruas da cidade encapuzada, estava em uma onda de empregos e aproveitava cada oportunidade, era cada "bico" distinto que chega a ser cômico. Dessa vez, Byakuran precisava substituir um engenheiro em um simples projeto de engenharia em um shopping. O escritório ficara na rua principal da cidade, não precisava andar muito que logo teria acesso a ele.
A história por trás é bem complicada, um engenheiro acabara de morrer, ele carregaria boa parte do trabalho com sua experiência, porém, devido ao martelo final da vida. Mas não era para tanto, uma equipe ajudaria o estagiário-de-emprego-temporário com revisão e base de engenharia. Mas no fundo era algo simples, um espaço pequeno para um banheiro.
Estava lá seu supervisor, um homem de meia idade e de grisalhos cabelos, seu sorriso ficava estampado em suas rugas levemente atenuadas. Lá estava seu local de trabalho, de quinze à vinte pessoas do mesmo ofício na mesma sala. Pela primeira vez se sentia inseguro, nunca havia feito isso, apesar de ter trabalho bem com as matérias de exatas enquanto estava na escola.
Um tracejado aqui, e uma régua ali. Naquele papel quadriculado logo surgiu forma, uma área de cinquenta metros quadrados para dispor um dos banheiros. O projeto estava atrasado e cada ajuda era bem vinda.
De toda forma lá estavam cinco pias, cinco mictórios, quatro banheiros fechados e um para portadores de deficiência física. Milimétricamente calculados.
- Aqui está, é isso? - entregou o projeto do banheiro masculino para um revisor que mexia no computador enquanto estava desocupado. O papel estava levemente borrado com o grafite do lápis.
- Sim, acho que está tudo bem. A sustentação há de ficar conosco, tudo certo. Aqui está - Entregou sua recompensa, juntamente com sua assinatura para um pequeno certificado de emprego temporário.
- Muito obrigado, bem, estou por ir, boa sorte! - despediu Byakuran daquele edifício comercial, sua cabeça latejava um pouco com seu perfeccionismo matemático.


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Mensagem por Vlad Senri em Sex Jun 19, 2015 8:03 pm


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Mensagem por Byakuran Black em Sab Jun 20, 2015 7:08 pm

Vlad Senri escreveu:Pedido: Um homem decidiu que quer virar uma garota mágica, transforme-o ou pelo o traga de volta ao normal a verdadeira realidade
Local: Casa e Areas de Membros de Kyoto
Linhas: 13
Recompensa: 760,00

As the darkness dictates
As tu peur?
Kyoto - Quinta feira - 12h00
Era mais um dia naquela agitada semana, e, Byakuran resolvera ajudar um homem em um pedido bem excêntrico, ajudá-lo a ser uma garota mágica. Mas o que isso queria dizer, é realmente no sentido literal? Um contratante com uma voz masculina adulta da faixa dos trinta anos, isso é muito que estranho. Sem hora para levantar, resolve se dar ao luxo de acordar ao meio dia, suas costas estavam tão mortas como sua alma. O Sol estava brilhando forte, e uma jaqueta de couro seria necessária para encobrir sua pele vampírica dos raios solares.
E lá estava seu lar, o vigésimo quinto andar de um prédio de vinte e oito andares. Um pequeno apartamento que pode ser comparado com um cubículo. Bem bagunçado para um espaço tão pequeno, e alguém que deveria manter o mínimo de ordem. A casa era decorada com quadros e roupas de coleção de um show famoso de garotas mágicas: Puella Magi Madeka magi (Off: Eu sei que é P.M.Madoka.M.). Era um homem aficionado pelo show, um homem solitário virgem que tinha o sonho de ser uma delas.
- Você acredita em mim, não é? Eu posso ser uma garota mágica. - disse o homem de baixa estatura e barba e bigode para fazer, com um óculos de hastes grossas.
- Oh... é claro... você pode. - respondi.
E lá foi ele, tirou sua roupa de cima e ficou com apertadas roupas de o que parecia ser uma roupa de cosplay, mas na verdade era uma roupa feita sob medida para seu uniforme de nova garota mágica, algo muito, muito... peculiar. Era uma cena que fazia meus olhos sangrarem se eu não fosse extremamente tolerante e compreensivo. Com ele, um bastão de vidro por onde lançaria sua magia.
Eu não sei se isso é exatamente possível... ele me pagaria bem, ao certo, mas ele é um humano, e humano por humano ele não pode aprender magia se não tiver o potencial para ser despertado. De toda forma, há alguma chance, e não custa tentar.
- Certo, enxergue as sombras a sua frente, e sinta seu sangue fluir por ele, seja a sombra e a lance. - orientei de forma bem vaga, até porque cada um encotra seu caminho para a magia.
Então o homem segurou o cajado de vidro, e lançou um feitiço negro bem rápido que ultrapassou o meio vidro como um prisma, canalizando a escuridão em um só ponto, mas destruindo uma pequena luminária de plástico, mesmo tratando-se de um feitiço muito fraco e sem treino. Sucesso, ele conseguiu fazê-lo.
- Você viu, eu consegui! Mamãe estava errada! Eu sou uma garota mágica! - respondeu eufórico, pulando de alegria.
Sorri por conseguir trazer a magia à tona nesse humano, ele era obra de meus ensinamentos, afinal, utilizando do mesmo alinhamento mágico que eu: As sombras. E como mago, bem, ele terá um longo caminho.
- Aqui está, senhor, muito obrigado, nem sei o que dizer. Agora eu preciso treinar! - me disse na porta, entregando o dinheiro e batendo-a na minha cara. Ele estava eufórico e queria treinar, sua magia com certeza traria problemas, mas isso não é de minha conta. Bem, meu trabalho aqui está mais do que feito.


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Mensagem por Vlad Senri em Sab Jun 20, 2015 7:13 pm

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Mensagem por Iosef Ulianov em Qui Jun 25, 2015 9:02 pm

Simon Stilinski escreveu:Pedido: Assistir TV com um homem que vai ficar sozinho em casa por um dia inteiro.
Dificuldade: Fácil
Local: Residencias de Kyoto
Linhas: 20
Recompensa: 700,00 ¥


Era de manhã, os primeiros raios de sol entravam por um pequeno vitrô. Iosef estava no sofá com sua esposa assistindo a um filme antigo, do tempo dos irmãos Lumière, em que o cinema era mudo. Elena dormia em seu ombro, a sensação de estar ao lado dela depois de tanto tempo separados era única, de aquecer até o coração mais frio. A vontade de Iosef era de não sair de lá até o fim do dia. De repente uma música baixa toma o porão, quebrando o silêncio. Era seu telefone tocando. Levantou com todo o cuidado para não acordar Elena, foi até a mesa onde suas coisas estavam jogadas e procurou o celular em meio ao amontoado de papéis e componentes eletrônicos, não demorou muito para achá-lo. Quando atendeu ouviu uma voz desconhecida, que lhe dizia:



–Iosef, certo?



–Eu mesmo. O que deseja a essa hora?



–Meu nome é Hideki, liguei por que preciso de alguém para passar o dia assistindo TV comigo.



A voz o intrigava, possuía um tom de interesse, como se negociasse algo com Iosef. demorou um tempo para perceber que aquilo se tratava de um pedido. Iosef disse em voz baixa, afastando o telefone para evitar que fosse ouvido.



–Ah! Agora faz sentido. –Iosef se aproxima de novo do telefone e sua voz volta ao normal – Ok, me encontre na estação de trens em 45 minutos.



O vampiro se arrumou rapidamente, fez o café da manhã e foi em direção à estação. Era um belo dia para um humano comum, o sol brilhava, quase não havia nuvens no céu. Iosef queria sair dali o mais breve possível, então se apressou e foi correndo até a estação. A partir de lá, a viagem seria curta.
Ao chegar viu um homem sentado sozinho em um banco, ele parecia esperar alguém, provavelmente era Hideki. Se aproximou com cuidado e gentilmente perguntou:



–Hideki-kun?



O homem olhou para Iosef e respondeu:



–Iosef, você chegou. Vamos?



–Claro, para onde?



–Minha casa fica a algumas quadras daqui, venha comigo.



Os dois foram até o carro de Hideki. Era um belo esportivo europeu, um clássico dos anos 30, muito parecido com alguns que havia visto em uma feira de automóveis antigos na Alemanha. A viagem até lá foi silenciosa, Hideki não sabia muito bem o que dizer, e Iosef ainda estava com o cansaço de "acabei de acordar", não demorou muito para chegarem. A casa era grande e muito bela: um jardim muito bem-cuidado, muros cobertos por hera, roseiras cuidadosamente podadas, mesas o suficiente para que todas as peças de Niklaus e mais um acompanhante por pessoa se acomodassem, a casa em si era uma belíssima obra arquitetônica, tudo era muito bem organizado e coeso. Era o ambiente perfeito. A curiosidade de Iosef era muito grande, era muito espaço para uma pessoa só. Sem pensar duas vezes, perguntou:


–Todo esse espaço só para você?



–Na verdade não, todos da família moram aqui, meus pais, avós, irmãos. Vivemos todos juntos. Estou sozinho porque todos viajaram para aproveitar as férias dos meus pais e eu tive que ficar por causa do trabalho. –Hideki respondeu, em um tom chateado, como se tivesse sido esquecido.



–Bom, não se preocupe! Eu estou aqui e vamos nos divertir hoje. Posso usar sua cozinha? Gosta de brigadeiro?



–Fique à vontade. Bom, nunca comi brigadeiro, o que é?



–É um doce brasileiro feito com chocolate, é comum comer enquanto assiste TV.



Iosef pegou os ingredientes e pôs as mãos para trabalhar. A cozinha da casa era muito bem-equipada, mas parecia nunca ter sido usada. Depois de alguns minutos ali os brigadeiros ficaram prontos. Iosef dividiu as porções em duas tigelas e as colocou na geladeira para esfriarem enquanto ele lavava a louça. Depois de tudo estar limpo e pronto dirigiu-se até a sala de estar com as duas tigelas, entregou uma a Hideki e ficou com a outra. Pegou o controle da TV, sentou-se no sofá e começou a comer. Notou que Hideki já tinha comido boa parte dos brigadeiros,e perguntou:



–O que achou?



–Muito bom! Tem mais?



–Claro! Assim que terminar faço mais uma receita. Mudando de assunto, o que prefere assistir?



O homem pensou por um tempo e respondeu:



–O que acha de uma maratona de animes curtos?



–Posso escolher o primeiro?



–À vontade.



–Another!



–Boa escolha!



Os dois passaram o dia todo ali, sentados, comendo brigadeiros e assistindo anime, exatamente o que Iosef estaria fazendo se estivesse em casa, apenas com uma pessoa diferente. Quando a maratona de Another terminou foi a vez de MM!, um dos favoritos de Hideki. Iosef gostou bastante da escolha, o anime tinha duas das suas coisas favoritas: comédia e sadismo/masoquismo. O último episódio acabou pouco tempo antes de o relógio bater meia-noite. Elena o mataria se chegasse tarde em casa. Iosef fez mais uma receita de brigadeiro, se despediu de Hideki e foi voando até sua casa. Chegando lá encontrou Elena na mesma posição que a tinha deixado e a louça suja do café em cima da mesa, mas não estava nada a fim de lavar louça naquele momento. Foi devagar até o sofá, pegou um cobertor, deitou junto de Elena e dormiu ali mesmo.

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Mensagem por Iosef Ulianov em Sab Jun 27, 2015 4:19 pm

Sasha escreveu:
Pedido: Os três cães de uma senhora precisam ser cuidados (serem levados pra passear, limpar o coco deixado na rua, tomar banho, serem penteados, serem  perfumados) e nenhum petshop estava disponível, então a mesma solicitou esse pedido a você.
Dificuldade: Fácil
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Era quase horário de almoço, Elena havia ido ao mercado para fazer as compras da semana. Iosef estava ocupado soldando pequenos componentes eletrônicos em uma placa de rede que havia queimado, numa tentativa de fazê-la voltar a funcionar. O cheiro de pasta de solda tomava o ar do porão, uma música do The Ink Spots tocava ao fundo, o sol iluminava o porão cheio de coisas e revelava a bagunça que ali estava. A fome de Iosef era tão grande que seu estômago doía, a geladeira estava quase vazia, tinha apenas vodka e vinho, e só de pensar no fato de que ainda teria que cozinhar quando Elena voltasse seu estômago doía mais. O telefone de Iosef toca, era uma mensagem de Elena, dizendo que iria demorar mais um pouco porque não tinham carne de porco no mercado em que estava. Iosef praguejou em russo e disse em voz baixa:



–Não me faltava mais nada hoje.



Naquele instante batidas ecoam pelo porão, havia alguém na porta do porão procurando por Iosef. Era como se ele tivesse pedido para que aquilo acontecesse. Iosef não se conteve e disse em um tom alto e com raiva:



–Era só o que me faltava hoje! Estou indo!



Era um aluno, um jovem do primeiro ano, que foi avisá-lo de alguém procurando por ele no portão da escola. Iosef quase surtou com o garoto, mas conteve sua raiva, o garoto não merecia sofrer a ira de um vampiro com fome. Iosef agradeceu ao garoto, pegou suas coisas e saiu para ver o que aquela pessoa queria. Chegando ao portão viu uma senhora com três cachorros esperando por alguém, e se deu conta do que estava acontecendo. A senhora parecia ter em torno de 50 anos, e seus três cães ainda eram pequenos, um Chow-Chow, um Shiba Inu e um Husky, que lembrava Iosef das matilhas de rastreamento que a Spetsnaz usava para perseguir fugitivos. Ele era tão fofo que o mau humor de fome tinha ido embora. Iosef se apresentou e perguntou o que a senhora desejava. Ela, em tom amigável, responde:



–Eu precisava deixar meus três bebês num petshop hoje, mas não encontrei nenhum que pudesse atender, pode cuidar deles para mim?



–Claro! Não se preocupe, eles estão em boas mãos.



–Obrigada! Venho buscá-los à noite.



Iosef foi com os três cachorrinhos até um parque, o tempo havia mudado, estava menos quente, o sol se escondia atrás das nuvens, era o clima perfeito. O parque estava calmo, havia poucas pessoas andando ali, as flores ainda estavam fechadas, mas tudo estava verde e vivo, os pássaros voavam entre as árvores, parecia que o sol ainda estava ali. A caminhada foi calma, os três cachorrinhos brincaram no parque com algumas crianças que estavam ali, pularam em cima de Iosef enquanto ele estava distraído, rasgaram sua camiseta, um deles mordeu o pé de um guarda, mas ele não fez nada. Iosef precisava comer, a fome agora estava muito pior que antes, por sorte havia um vendedor de cachorro-quente ali por perto. Parou para comer e também aproveitou para fazer um pequeno agrado aos três cãezinhos, pediu ao vendedor uma salsicha, dividiu em três e deu para os cachorrinhos, que também pareciam com fome. De lá levou os três até a caixa de areia para que fizessem cocô e fosse fácil de recolher, pegou tudo com um jornal que estava num banco, embolou o jornal e jogou no lixo. De lá voltaram para a escola, onde Iosef sofreu para dar um banho neles e secá-los, eles ainda tinham energia de sobra para fugir do banho, e Iosef estava cansado e com fome. Depois de passar meia hora correndo atrás dos cães e dando banho neles, Iosef os secou e escovou seus pelos com uma escova de cabelo antiga, que estava perdida num canto, para terminar deu um leve toque de perfume nos cães. Assim que terminou a senhora chegou e veio buscá-los, o vampiro os levou até o portão e os entregou a senhora, que lhe disse:



–Obrigada! Espero que não tenham te dado muito trabalho.



–Por nada! Não se preocupe, eles foram uns anjinhos!



Iosef entrou no porão e se jogou no sofá, estava quase dormindo, quando Elena perguntou:



–Amor, você viu minha escova de cabelo?



–Não, não está onde costuma ficar? – Iosef percebeu que havia usado a escova de Elena nos cães. Tentou manter a calma, e respondeu tentando encobiri o que fez: –Usa a minha, não tem problema.



–Obrigada, lindo!



–Por nada! – Iosef disse em voz baixa: –Ainda bem que ela não percebeu nada. – Virou-se e foi dormir.

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Mensagem por Sasha em Sab Jun 27, 2015 6:15 pm

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Mensagem por Haschen em Seg Jun 29, 2015 10:33 pm

Pedido: Um homem de meia idade quer assistir futebol, porém a antena da tv começou a falhar horas antes do jogo, seu dever é arruma-la. 
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Recompensa: 700,00 ¥

Eu estava no castelo dos Bael no inferno, no quarto de hóspedes onde eu sempre ficava, imaginava que no mundo humano seria um domingo ensolarado, estava entediante aqui dentro. Quando eu pensava nisso ouvi batidas na porta, disse que podia entrar, era uma maid do meu mestre dizendo que tinha uma missão para mim, um pedido que fizeram à um demônio de rank baixo, então o mestre achou que era uma boa ideia me mandar lá eh?Eu não planejava decepciona-lo, me apressei em ir para o salão principal onde ficava o circulo magico para ir para o mundo dos humanos e entrei no circulo.
Chegando no mundo humano eu olhei a minha volta e o dia realmente estava ensolarado, acho que o lugar que eu estava agora era a cidade de Kyoto.
Cheguei na casa do cliente e bati na porta e um homem que aparentava estar na meia idade atendeu a porta, eu disse apenas que estava ali para atender seu pedido. Pois queria tomar cuidado para não mencionar os demônios na frente dos humanos, como o mestre havia explicado na primeira vez que nos encontramos. O cliente entendeu o recado e disse para eu entrar, quando eu estava lá dentro ele disse que o problema era a antena que começou a dar defeito, ele queria que eu arrumasse antes do jogo de futebol começar, o que aconteceria em uma hora.
Peguei o manual da tv e comecei a ler para entender como aquilo funcionava, não parecia ser difícil, depois de quinze minutos eu subi no teto da casa do cliente e vi qual era o problema; tinha um pássaro que fez um ninho nela e isso estava atrapalhando o sinal que a antena recebia. Depois de tirar com cuidado o ninho da ave de cima da antena e tomar uns dois choques eu consegui arrumar a antena, pelo menos foi o que eu pensei, quando eu desci do telhado o cliente disse que a imagem ainda estava ruim. Então eu subi no telhado de novo e chequei melhor a antena eu percebi que o cabo estava arrebentado. Fui comprar o cabo novo para arrumar a tv do cliente e agora acho que faltavam quinze minutos para o jogo começar, rapidamente subi no telhado e reconectei o cabo na antena, desci do telhado e entrei na casa, ainda sem sinal, tive uma ideia que ainda não havia me ocorrido, então fui checar. O cabo não estava nem conectado na televisão. Dei um tapa na testa e conectei o cabo, bem a tempo para o jogo, o cliente agradeceu e então eu voltei para o castelo dos Bael, contente por ter concluido com sucesso o meu primeiro pedido.

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Mensagem por Sasha em Ter Jun 30, 2015 6:18 pm

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