Capitulo 1 O Primeiro Conto

''Uns estão vivos outros mortos, uns são anjos outros demônios, as palavras não mudam mas seus sentidos sim.''
21 de Abril
Desfile da Cidade de Kuoh


Pessoas pelas ruas dançando e vendo a banda da cidade passar, todos admirando e de olhares fervorosos ao ver toda aquela agitação, tinha até os brincalhões dando uma de fanfarrões. Não faltava ingrediente para animar a multidão.
(Passos)
Um homem parecia correr enlouquecidamente por meio de toda aquela gente, passando sem nem olhar o sol a brilhar e o vento a soprar sobre seus cabelos, totalmente apressado como se estivesse preste a ser morrer, tecnicamente, a palavra certa é assassinado.
No entanto passava batido essa possibilidade, todos só achavam que podia ser um mero ato isolado de grosseria, talvez fosse, nenhuma hipótese pode ser derrubada assim, havia inúmeras chances, mas o fato de estar com o corpo coberto e todo encapuzado tornavam essa teoria difícil de ser aceita.
Antes de chegar na esquina ele caiu, vomitando sangue e entrando em convulsão, já era tarde demais pra algo ser feito, a única coisa a ser feita foi ver o homem agonizar revelando seu rosto.
Olhos azuis, cabelos negros e uma pequena barba mal feita, pele esbranquiçada e um físico de estatura e porte médio, mas o mais chocante foi a idade do mesmo, um jovem se encontrava morrendo ali na rua bem perto da esquina.
Ele olhava sua mão coberta de sangue e cuidava o céu, parecia querer falar algo mas os sons não saiam, a morte era certa e só uma questão de tempo, se desse pra dizer faltava dois minutos.
Circulos e formas com desenhos antigos surgiam no céu o cobrindo totalmente, a festa parou para ver o que era aquilo, cujo nunca tinham visto nada aparecido, e assim a alegria virou lágrimas.
(BBBBuuuuuummmm)
Uma enorme explosão com o fogo em um nível monstruosamente aumentando, outro erro meu. Magicamente é o termo certo, o jovem morto era um anjo caído que saiu atrás do amigo e o resto da história se desconhece.
E[b]m meio a inúmeros corpos, uma garotinha chorava segurando a mão da mãe sem receber nenhuma reposta, ela nunca mais veria a pessoa que a amou e lhe cuidou como se fosse o seu bem mais valioso, a tal ponto de não ter um preço.

N[b]ovos passos eram dados ao local, um homem de cabelos uma mistura de loiro e preto com a pele clara, olhos roxo e um físico pouco forte de estatura média ao que parecia ter em seus trintas e poucos anos, pelo menos era a idade que aparentava. [/b]
- Então esse é o primeiro dos prólogos?